Quotidiano
- Mathilde Ferreira Neves

- 8 de jul. de 2022
- 1 min de leitura
Acumulavam-se, no peito, coisas que lhe disseram magoando-a sem recurso, pancadas que recebeu de mãos que não batem à luz do dia, gestos ténues que a trucidaram sem querer, lembranças de gente que já não existia, correntes que haviam de a trapejar por dentro, sem que pudesse propriamente morrer disso.







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