MÓBIL
- Mathilde Ferreira Neves

- 9 de mar. de 2022
- 1 min de leitura
Atualizado: 10 de mar. de 2022
"Neste Verão de 1977, estava na taberna da via Maddalena, quando, no decorrer de uma conversa pouco compreensível, apanhei uma definição arquitectónica. Transcrevi-a: 'Havia um precipício de dez metros no ponto mais alto do quarto'. Ignoro a que contexto se referisse esta frase, mas acho que uma nova dimensão se tinha criado. É possível viver em quartos com precipício? É possível que um projecto deste tipo seja representável para além da memória e da experiência?"
(Aldo Rossi)




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