Ingenuidade
- Mathilde Ferreira Neves

- 27 de jun. de 2022
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Em criança, ao deitar, a minha mãe pedia-me que recitasse três vezes:
“Anjinho da guarda, sendo da minha companhia, guardai a minha alma de noite e de dia”.
Era preciso aniquilar o anjo. A minha mãe não sabia.




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